Tenho verdadeira aversão a contar histórias das quais não participei diretamente, mas existe uma que eu simplesmente não posso deixar de relatar. Também por se tratar de algo completamente inusitado, mas principalmente porque foi o divisor de águas da minha vida de solteiro.
É natural que, logo após o término de um relacionamento longo, o sujeito goste de ir só na boa. Bate uma certa insegurança com relação a várias coisas, como "será que eu ainda tenho a manha?" ou "vai ser difícil achar uma tão gostosa quanto...".
BOATOS!!! BOATOS!!! BOATOS!!!
A dificuldade só existe se você acredita que ela existe...
E nesse relato, gostaria não só de declarar publicamente minha profunda admiração pelo senhor que me mostrou tamanha verdade, mas também de compartilhar com todos vocês uma das cenas mais lúdicas que já presenciei.
O cenário é o Admirals Club do Aeroporto do Galeão.
Estava eu alí, bastante animado para curtir 10 dias de solteiro em Las Vegas (experiência única e interessantíssima, diga-se de passagem), comendo pães de queijo e saboreando uma Coca-Cola, quando meus olhos aterrisam em uma morena daquelas que parecem estar 3 degraus acima do inacreditável.
Fantástica, digna de altar. Enquanto eu olhava com ar de "te quiero" para a deslumbrante criação divina, senta um senhor, provavelmente nos seus late 40's, do lado da beldade, e puxa assunto. A primeira coisa que me veio em mente foi "ela é modelo, ele o empresário". Sentei nos arredores e, como quem não quer nada, mas quer alguma coisa, resolvi prestar atenção na conversa dos dois.
Em pouco mais de 10 minutos de conversa, o tal senhor havia se transformado de "empresário de enorme sucesso" em "ativista humanitário devoto". Assim mesmo, na cara mais dura de todos os tempos, o coroa mal-acabado tava jogando todos aqueles caôs que não funcionam com NINGUÉM prá cima daquela obra de arte do sexo feminino. Nisso, eu já pensava comigo mesmo "carajo, prá uma mulher se submeter a ouvir tudo isso e achar interessante, é porque ela está entediadíssima".
"Doce engano meu caro Borracho", me disse o destino...
Quando eu menos poderia esperar (e acreditem, eu realmente não esperava nada), o coroa lançou um dos braços nas costas da morena, e mandou aquele beijo que deixou até as poltronas do Admirals com inveja.
Confesso que JAMAIS um episódio me fez refletir por tanto tempo (embora as incontáveis horas de vôo até Miami, seguidas de Miami-Dallas, Dallas-Vegas tenham colaborado). E estava ensinada uma das maiores lições que aprendi até hoje...
SÓ LEVANTA O TROFÉU QUEM ENTRA NA COMPETIÇÃO!!! (obviamente a lição não veio com essas palavras, mas não espere que eu vá baixar o nível do meu recém-criado blog assim, logo de cara).
Cheguei a conclusão de que não existe momento certo, nem local ideal, muito menos assunto perfeito. Qualquer momento é momento, qualquer lugar tá valendo, e qualquer assunto tem potencial. Basta você identificar o alvo.
Obrigado Amirals Club!!! Obrigado senhor de meia idade com uma bagagem de vida inteira de caôs furados!!! Vocês contribuíram para a formação de um Borracho melhor...
sexta-feira, 20 de março de 2009
O fim do namoro...
Bien...
Como já podem imaginar, que o namoro estava com as horas contadas é claro como água.
Porém, a forma com que o namoro terminaria, não.
Depois de analisar algumas possibilidades, resolvi me concentrar na melhor de todas.
Minha ex, com todos os seus defeitos, tinha uma enorme qualidade (que, como namorado, eu não apreciava nem um pouco). Ela era louca para colocar + alguém na nossa cama.
Ora, como o namoro já estava terminado (pelo menos para mim), resolvi tirar proveito disso e lançar a idéia prá ela. Sabia que uma das colegas de trabalho dela era uma "candidata" e, como já estava lá mesmo, e queria me ver distante dela o quanto antes, sugeri a fulana.
Dito e feito, menos de 24 horas após a sugestão inicial, estávamos os 3 pulando e brincando juntos na cama de casal do quarto super padrão, da casa super sensacional, que eu havia me dado ao trabalho de procurar e alugar para que ela pudesse retribuir me dando um par de chifres.
Mas, na altura do campeonato, a coisa já tava começando a valer a pena.
Passei a enorme maioria do tempo de cama dando 100% de atenção para a amiga de trabalho. De fato, com minha ex eu não fiz praticamente nada nessa noite. E, depois de algumas horas de diversão, quando a coisa já tava esfriando, eu resolvi (na frente da outra mulher) lavar a roupa suja. Mandei a direta mesmo, perguntei o porque dela ter me traído, o que tinha faltado, etc...
Enfim, coloquei o balde em órbita, tamanho o chute que dei no mesmo!!!
Ela tentou negar, não colou, tentou chorar e se desculpar, e nessa hora eu me senti motivado a ir para o outro quarto da casa para tentar dormir, pois obviamente o melhor da noite já tinha acontecido.
No dia seguinte, acordei quando ela já não estava mais em casa. Aproveitei para empacotar minhas coisas e as coisas dela, passei na imobiliária para entregar as chaves, deixei as malas na portaria de onde ela trabalhava e voltei para a minha cidade.
"foi bom enquanto durou, divirta-se procurando uma nova morada, tenha uma boa vida".
Como já podem imaginar, que o namoro estava com as horas contadas é claro como água.
Porém, a forma com que o namoro terminaria, não.
Depois de analisar algumas possibilidades, resolvi me concentrar na melhor de todas.
Minha ex, com todos os seus defeitos, tinha uma enorme qualidade (que, como namorado, eu não apreciava nem um pouco). Ela era louca para colocar + alguém na nossa cama.
Ora, como o namoro já estava terminado (pelo menos para mim), resolvi tirar proveito disso e lançar a idéia prá ela. Sabia que uma das colegas de trabalho dela era uma "candidata" e, como já estava lá mesmo, e queria me ver distante dela o quanto antes, sugeri a fulana.
Dito e feito, menos de 24 horas após a sugestão inicial, estávamos os 3 pulando e brincando juntos na cama de casal do quarto super padrão, da casa super sensacional, que eu havia me dado ao trabalho de procurar e alugar para que ela pudesse retribuir me dando um par de chifres.
Mas, na altura do campeonato, a coisa já tava começando a valer a pena.
Passei a enorme maioria do tempo de cama dando 100% de atenção para a amiga de trabalho. De fato, com minha ex eu não fiz praticamente nada nessa noite. E, depois de algumas horas de diversão, quando a coisa já tava esfriando, eu resolvi (na frente da outra mulher) lavar a roupa suja. Mandei a direta mesmo, perguntei o porque dela ter me traído, o que tinha faltado, etc...
Enfim, coloquei o balde em órbita, tamanho o chute que dei no mesmo!!!
Ela tentou negar, não colou, tentou chorar e se desculpar, e nessa hora eu me senti motivado a ir para o outro quarto da casa para tentar dormir, pois obviamente o melhor da noite já tinha acontecido.
No dia seguinte, acordei quando ela já não estava mais em casa. Aproveitei para empacotar minhas coisas e as coisas dela, passei na imobiliária para entregar as chaves, deixei as malas na portaria de onde ela trabalhava e voltei para a minha cidade.
"foi bom enquanto durou, divirta-se procurando uma nova morada, tenha uma boa vida".
So it begins...
Hola chicas.
Bem, ainda não sei como você chegou ao meu humilde blog mas, já que você chegou, divirta-se. Durante os próximos meses*, irei compartilhar com o mundo minhas conquistas de solteiro. Mas, antes que eu lhes encha de motivos para me odiarem profundamente (ou desejarem fervorosamente, afinal de contas, tem gente prá tudo nesse mundo), vou fazer uma breve intro, para deixar claro ao mundo o motivo real do nascimento do meu "eu-canalha".
Por mais de um ano, fui um namorado amoroso, fiel, devoto, preocupado, carinhoso e tudo o mais que toda mulher diz sonhar ter. Em resumo, eu era o perfeito trouxa!
Porém, durante o mês de janeiro, após alugar uma bela casa de praia para poder acompanhar minha ex-namorada no trabalho dela, descobri que, além de mim, existia outro (um colega de trabalho da mesma).
Fiquei puto? Claro...
Indignado? Óbvio...
Revoltado? Evidente...
Mas, após algumas horas de reflexão, percebi que tudo isso não valeria à pena se eu não tirasse nenhum ensinamento prático da pernada que a vida acabara de me passar.
E, graças a infidelidade de minha promíscua ex-namorada, morreu o mocinho e nasceu o Borracho e, agrade a quem agradar, o Borracho veio para ficar!
*válido até eu deixar meu estado de solteiridão.
Bem, ainda não sei como você chegou ao meu humilde blog mas, já que você chegou, divirta-se. Durante os próximos meses*, irei compartilhar com o mundo minhas conquistas de solteiro. Mas, antes que eu lhes encha de motivos para me odiarem profundamente (ou desejarem fervorosamente, afinal de contas, tem gente prá tudo nesse mundo), vou fazer uma breve intro, para deixar claro ao mundo o motivo real do nascimento do meu "eu-canalha".
Por mais de um ano, fui um namorado amoroso, fiel, devoto, preocupado, carinhoso e tudo o mais que toda mulher diz sonhar ter. Em resumo, eu era o perfeito trouxa!
Porém, durante o mês de janeiro, após alugar uma bela casa de praia para poder acompanhar minha ex-namorada no trabalho dela, descobri que, além de mim, existia outro (um colega de trabalho da mesma).
Fiquei puto? Claro...
Indignado? Óbvio...
Revoltado? Evidente...
Mas, após algumas horas de reflexão, percebi que tudo isso não valeria à pena se eu não tirasse nenhum ensinamento prático da pernada que a vida acabara de me passar.
E, graças a infidelidade de minha promíscua ex-namorada, morreu o mocinho e nasceu o Borracho e, agrade a quem agradar, o Borracho veio para ficar!
*válido até eu deixar meu estado de solteiridão.
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